Nunca para de acreditar. Nunca para de cantar. Nem uma vez. Nunca.
O México ama o jogo do jeito que tudo deveria ser amado: alto, com fé, e com uma música já pronta. O estádio nunca fica em silêncio — nem ganhando, nem perdendo, nem nunca — e o Olho vê esse motor rodando em você. Você aparece pro seu pessoal no volume máximo, independente do placar. Você é quem puxa o parabéns, quem defende os amigos pra estranhos, quem mantém a fé muito depois de a lógica bater o ponto e ir embora. Sua esperança não é ingenuidade — é disciplina. Você já se machucou com coisas em que acreditava, e escolheu acreditar de novo mesmo assim, porque a alternativa é uma vida mais quieta e menor, e você simplesmente se recusa a viver essa. Mas o Olho percebeu outra coisa: sua esperança faz o trabalho pesado do grupo inteiro. Quando todo mundo duvida, você canta mais alto, e ninguém pergunta quanto isso te custa. Você carrega o moral como se fosse carga. Não é leve.
Receba a sua leitura — grátis no iPhonevocê canta mais alto quando está mais difícil. fé é só o jeito que você carrega quem afundaria sem ela.