Você não tem medo do que está acontecendo. Você tem medo das dezessete coisas que podem acontecer.
A coisa na sua frente geralmente está bem. É a árvore ramificada de tudo-depois que te acende às 3 da manhã. Um texto pequeno, uma chamada não atendida, um tom vago — sua mente pega a faísca e constrói o incêndio florestal inteiro, completo com saídas e baixas. O medo do futuro é seu endereço residencial: não amanhã, mas mês que vem, ano que vem, a pior versão de algo que nem começou. Você chama isso de estar preparado, e às vezes é. Mas há um ponto em que ensaiar o desastre se torna vivê-lo cedo, pagar o preço emocional total por resultados que quase nunca chegam. Você sobreviveu a centenas de catástrofes que nunca aconteceram.
Receba a sua leitura — grátis no iPhonevocê não tem medo do presente — você já viveu o desastre do ano que vem, em detalhes, de graça. você sobreviveu a centenas de catástrofes que nunca sequer aconteceram.