As coisas ficam boas e você aperta o botão de ejeção.
Aqui está a parte f*da: você SABE que é bom. Sabe que eles são bons. Sabe que poderia ser feliz. E é exatamente aí que seu cérebro diz 'não, isso é seguro demais, vamos detonar'. Você começa brigas. Se afasta. Encontra o menor defeito e o amplifica até que seja tudo o que vê. Você não tem medo de relacionamentos ruins — tem medo dos bons. Porque relacionamentos bons significam vulnerabilidade, e vulnerabilidade significa que alguém pode realmente te machucar. Então você se machuca primeiro. Ataque preventivo. A parte mais cruel? Você sempre percebe o que tinha cerca de 3 semanas depois de destruí-lo.
Receba a sua leitura — grátis no iPhonevocê não tem medo do amor falhar. tem medo que ele funcione. porque aí você teria algo real a perder, e isso é a coisa mais assustadora que existe.